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"Na minha família Não!"

 

Geralmente o consumo de drogas tem início na adolescência quando este não se sente tão adaptado e agrupado a sua família de origem e começa a participar de novos grupos com quem se identifique ou queira se identificar. Então, passa a desejar uma posição de prestígio e importância.



Existem casos em que o consumo pode ocorrer antes da adolescência, ou depois, já na fase adulta.

Mas em geral o consumo frequente é facilitado pela incapacidade em lidar com as crises (com a família, trabalho, relacionamento amoroso ou consigo), descobrindo nas drogas uma rápida saída do sofrimento.

Diante dos problemas ligados ao abuso de drogas na família, muitas reagem como algo inesperado, como um acidente que torna o usuário alguém diferente da família. Acabam focando na droga e nos problemas relacionados e se esquecem do sujeito.

Preconceito:

As famílias apresentam, também, dificuldades em lidar com a dependência química e se colocam fora do problema. Na verdade, se alguém se acidenta no trânsito, facilmente haverá pessoas que se ofereçam para cuidar, mas se for o cuidado em questões mentais isso torna-se motivo de problemas por preconceito.

E de quem é a culpa?

Na verdade, a palavra que devemos usar é responsabilidade. E no caso da drogadição a família é corresponsável, ou seja, divide a responsabilidade pelo uso de drogas por ser o fundamento da base emocional, intelectual, social e cultural do sujeito.

E também, pelas características de relacionamentos formados na família é possível, ou não, a existência de membros que desenvolvam a dependência química. E existem características que são notadas nas famílias de abusadores de drogas.

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